Nossa história

Tudo começou com uma flor, na Cidade do Cabo

A inspiração desta casa nasceu na África do Sul, onde nossa fundadora viveu por alguns anos e se apaixonou por uma flor que parecia contar uma história inteira — batizada em homenagem ao deus grego Proteu por sua capacidade de mudar de forma.

Ela fala de transformação, força, resiliência e coragem, e também de diversidade e de uma beleza que insiste em existir. É esse espírito que trouxemos para o Brasil, traduzido em peças feitas à mão para a mesa de todo dia e para as noites que a gente nunca esquece.

Encosta da Cidade do Cabo com proteas rosa em primeiro plano e a baía ao fundo

Curiosidades

Origem ancestral

Uma das famílias de flores mais antigas do planeta, apaixonando o mundo há milhões de anos.

O tempo de florescer

Pode levar de dois a seis anos para florescer pela primeira vez, prova de que o que é bonito merece espera.

Alta durabilidade

Segue bela por muito tempo depois de colhida, e seca com graça, como os amores que ficam.

O nome

Nosso nome nasce de

St Helena Bay

Nosso nome nasce de St Helena Bay, na costa oeste do Cabo, um lugar raro, onde o sol nasce sobre o mar e a Protea floresce selvagem entre o fynbos, um dos biomas mais diversos do mundo.

É uma paisagem de beleza serena: a primeira luz da manhã, a imensidão do Atlântico, a natureza em sua forma mais delicada e, ao mesmo tempo, mais resiliente.

No coração dessa paisagem está a Protea, flor que simboliza transformação, diversidade e resiliência e que, no amor, representa um vínculo forte e duradouro.

Foi desse encontro entre beleza, natureza e afeto que nasceu o nome Casa Helene.

Farol branco de Shelley Point à beira do mar em St Helena Bay

Da baia à mesa

Uma mesa é mais do que aquilo que colocamos sobre ela

É onde nos encontramos, celebramos, cuidamos e criamos memórias. É o gesto de preparar a casa para alguém, de escolher com afeto cada peça, cada cor, cada detalhe.

Da baia que nos batizou à mesa que você prepara, há um fio invisível: o cuidado com o que permanece, com o que floresce devagar, com o que é belo justamente porque foi feito à mão, com tempo e com amor.

É isso que colocamos à mesa.